Clima tenso, típico de final de campeonato, cerca o Estádio Orlando Scarpelli para a partida entre Figueirense e Atlético-PR, neste sábado, às 18h30 (de Brasília). A decisão, no entanto, não é pelo título, sequer por uma vaga a uma das competições internacionais. O que esta em jogo é a permanência na Série A em 2009 e a partida representa o começo de uma arrancada, ou o primeiro corte da foice da degola. O técnico Geninho, que durante a semana sinalizou que um empate agradaria ao Rubro-negro, mais uma vez terá desfalques para montar o time. São os casos do zagueiro Antônio Carlos, suspenso, e de Alberto, que voltou a sentir uma lesão. Em seus lugares entram Rhodolfo, que foi liberado pelo departamento médico, e Zé Antônio, que volta a ser improvisado na lateral.
Escalado como companheiro de Rafael Moura, o atacante Júlio César confirma que o clima na Baixada é de decisão. “O grupo tem melhorado muito e conseguimos marcar pontos nas últimas três partidas. Então vamos pensar no jogo do Figueirense como uma final. Mesmo na casa do Figueirense, que é um adversário direto nessa nossa luta, vamos tentar impor o nosso futebol. Vamos buscar os três pontos”, garantiu.
Pelo Figueira, o clima mistura frustração pela derrota no jogo adiado diante do Fluminense na última quarta-feira com a necessidade de conseguir os três pontos em casa. Com o mesmo número de pontos do adversário, mas pior nos critérios de desempate, o time poderia deixar a zona de rebaixamento com a vitória. O técnico Mário Sérgio ainda não confirmou o time, mas pode repetir algumas alterações que fez no time que sucumbiu diante dos cariocas.
Fonte: GazetaEsportiva

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