- Minha situação se deu por um problema mais político do que qualquer outra coisa. Prefiro não falar até porque se alguém tem que falar não sou eu, fiz minha parte, me recuperei, e se não fui utilizado alguém da diretoria é que tem que explicar o motivo - destacou o goleiro.
Ele fez questão de isentar o técnico Dorival Junior de culpa por não ter sido mais aproveitado e deu a entender que sofreu com o isolamento no Santos por ter boa relação com o presidente antecessor, Marcelo Teixeira, opositor de Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, atual mandatário. Mas Costa garante que não se arrepende de nada.
- Meu relacionamento com Dorival sempre foi muito tranquilo, ele é um cara aberto e disse que contava comigo, mas se eu não jogava é porque havia ordem de cima, só não sei de quem. O grande problema que encontrava no Santos é que ninguém nunca assumia nada. O mundo carece de lealdade, e em um dos momentos de maior dificuldade o Marcelo me apoiou. Ser amigo dele não significa ser inimigo de alguém. Se o preço da lealdade é esse, não me arrependo de nada. Tenho contrato até o fim de 2013 com o Santos e quem sabe não resolvemos tudo mais para frente, até sem ser com essa diretoria? - indagou o goleiro.
Fonte: GloboEsporte

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