Perder em casa para um concorrente direto pela fuga da zona do rebaixamento não estava nos planos do Figueirense nessa reta final do Campeonato Brasileiro. Mas nem tudo está perdido em Florianópolis, o time catarinense pretende aproveitar-se do fato de ainda jogar três partidas dentro de casa. A boa sorte na tabela, entretanto, é uma faca de dois cortes para os catarinenses. Se por um lado joga diante de sua torcida, por outro lado o aproveitamento do time em casa é pífio. O time acumula quatro derrotas, dois empates e apenas uma vitória no estádio Orlando Scarpelli, diante da Portuguesa na abertura do returno.
"O funil está se fechando e nós temos que manter a tranqüilidade e matar os jogos em casa, principalmente, no sábado, já que no outro final de semana iremos jogar contra o São Paulo, que estará lutando pelo título", analisou o zagueiro Asprilla, que atuou na derrota contra o Fluminense por 1 a 0. Debaixo de muita chuva, o confronto contra os cariocas foi reiniciado aos 15 minutos de jogo, uma vez que a falta de luz no estádio obrigou o árbitro a cancelar a partida que começou no dia 30 de outubro e continuou somente na última quarta-feira.
Asprilla, que nesta partida sofreu um entorse no tornozelo mas não corre risco de ficar fora do próximo jogo, lamentou o resultado adverso. "A gente lutou do começo ao fim. Nos 15 minutos iniciais da última quinta-feira a equipe entrou apagada. Já neste início de jogo, a equipe entrou atenta do início ao fim, mas, infelizmente, a bola não entrou", disse.
Agora, o Figueirense aposta suas fichas na partida contra outro concorrente direto no rebaixamento. A equipe recebe o Atlético-PR, que ocupa uma posição acima da sua na tabela. "Nós temos dois ou três dias para trabalhar pensando somente no Atlético-PR, porque vai ser um jogo importante para nós", afirmou Asprilla.
Fonte: UOL Esporte

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