O resultado nas circunstâncias em que foi obtido, revela o fato mais importante. Uma virada que saiu de 0×2, representa para um elenco que vinha desmotivado, um alento e uma promessa latente de mudanças.É obvio que Carpegiani sozinho não produziu tudo isto, mas acumule-se o afastamento do LN, o evento da Ultras no CT do Caju, a tesourada nos poderes do Bolicenho, com atribuição de Valmor ao depto de futebol (hoje pelo menos, durante o expediente tem alguém da direção no CT do Caju – lembrem-se que nosso diretor de futebol cumpre expediente no Tribunal de Contas), o retorno de W. Diniz, entre outros menores ou desconhecidos do público contribuiram para o vôo da Fenix.
O Botafogo fez uma grande partida, onde no primeiro tempo fomos patrolados pelo time da estrela, porém Paulo Baier – o maior artilheiro dos brasileiros – como sempre, soube aproveitar a oportunidade.
No segundo, um novo Atlético, próximo do Furacão de antanho deu as caras, e tratou de empatar. Mesmo com 10 e depois com 9 o Botafogo foi valente. Jogo eletrizante passou às arquibancadas, até que chegou o gol de Alex Mineiro. Que coisa!
Depois de desviar no zagueiro, a bola toma rumo ao gol de forma indecisa… a bola vai cambaleante, cansada, esgotada… mas, continua no caminho do gol, e o goleiro se aproximando, lançando-se na tentativa final, parecendo a todos que a manobra do Jeferson vai ter sucesso e evitar o gol. Todos na área, na arquibancada e na TV se calam e, olham apreensivos o desfecho, sim ou não? Até que Jeferson cai estabanado e a bola sei lá como, aparece no fundo da rede. Beleza, coisa linda para os atleticanos é claro.
Depois dos 40′, de novo o rubro-negro se encolheu, todavia, garantiu uma vitória muito importante para a confiança do grupo e um alento para a torcida.
Melhores do jogo: Azevedo, Baier e Branquinho, pois tiraram o CAP da derrota.
Outra coisa: Que lixo o gramado da arena… nos dá vergoinha.
Fonte: GloboEsporte

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