A empresa Think Ball & Sports Consulting, que administra a carreira do atacante Alex Mineiro, do Palmeiras, através de Bruno Paiva, um dos procuradores do jogador, se pronunciou a respeito das declarações do zagueiro Rodrigo, do São Paulo, que acusou o atacante do Palmeiras de deslealdade e ao mesmo tempo pediu punição por um lance em que supostamente, teria sido agredido fora do lance de bola no último Choque-Rei disputado no domingo no Palestra Itália. O Fato foi negado veemente pelo atacante. Bruno Paiva se mostrou surpreso com a atitude do jogador sãopaulino. Para ele, todos aqueles que trabalham no futebol tiveram em algum momento a oportunidade de conviver com o Alex Mineiro e, por isso, sabem que se trata de uma pessoa tranqüila e que jamais agrediria intencionalmente um companheiro de profissão.
"Basta buscar no histórico do Alex Mineiro a quantidade de vezes em que foi expulso na carreira", ressalta.
Na visão do empresário, lances que ocorrem dentro de uma partida de futebol devem ser resolvidos dentro do próprio campo.
"Infelizmente está virando prática comum no futebol brasileiro que as partidas continuem a ser disputadas após o apito final do árbitro. Isso não pode continuar", pondera, pedindo que o zagueiro Rodrigo reflita sobre sua atitude e coloque a mão na consciência. "Ele, com certeza, não está tendo uma conduta correta", afirma Bruno Paiva.
Para exemplificar o caso, o procurador lembrou que há duas semanas, o atacante Kleber, também do Palmeiras, acertou o rosto do zagueiro Asprilla, do Figueirense que, por sinal, também é representado pela Think Ball. O ocorrido só foi levado ao tribunal por conta da denúncia de um auditor.
"Assim que acabou a partida entre Palmeiras e Figueirense saí para jantar com o Asprilla e, em conjunto, achamos que esse tipo de lance é coisa da partida e que deve acabar ali. Assim, Asprilla desculpou Kleber e se colocou à disposição, inclusive, para defendê-lo no STJD.
O que não aconteceu porque a diretoria do clube catarinense não o liberou", revelou Bruno Paiva. Aliás, a atitude de Asprilla e de seu procurador sensibilizou o atacante Kleber que, na ocasião, declarou que o zagueiro o havia desculpado e que isso seria levado em consideração no Tribunal.
"Fico feliz que ainda existam pessoas de bom coração, como o Asprilla. Ele reconheceu que foi um lance de jogo e que não houve intenção de machucá-lo", comentou Kleber, antes mesmo de saber que seria absolvido.
Fonte: FutebolInterior

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