Rafael ignora críticas, defende preparador de goleiros e nega falha

Inconformado com questionamentos sobre o trabalho de Victor Hugo, dono da camisa 1 diz que gol de falta de Chicão, do Corinthians, foi indefensável
Exibições regulares nas primeiras rodadas do Brasileirão, uma defesa difícil e salvadora contra o Atlético-GO, e Rafael já tinha até voltado a dar entrevistas falando da “boa fase” no gol do Fluminense. Bastaram, no entanto, 11 minutos e um chute na partida contra o Corinthians para o fantasma da barração e a tempestade de críticas voltarem a assolar o camisa 1 tricolor.

O gol de Chicão, que decretou o triunfo por 1 a 0 do Timão, domingo, no Pacaembu, pela terceira rodada do Brasileirão, nem pode ser considerado uma falha clamorosa. Entretanto, foi suficiente para despertar a ira do torcedor. Na internet, o colocaram à venda por R$ 1,00, e em sites de relacionamento pedem sua cabeça.

Sereno, Rafael deu de ombros para as críticas. Mais do que isso, se mostrou surpreso com a situação, uma vez que não enxerga falha na partida realizada em São Paulo.

- Todo mundo viu que, na posição que estava a bola, provavelmente o Roberto Carlos que cobraria a falta. O ponto forte do Corinthians é a bola parada. E o Chicão foi feliz. A bola fez uma curva saindo do gol. Tentei alcançá-la, mas sofri o gol. Não dava para pegar.

O goleiro jura de pé junto não se abalar com a desconfiança e promete trabalhar da mesma maneira para o clássico de quarta-feira, às 19h30m (de Brasília), no Maracanã, contra o Flamengo. - Só posso trabalhar, trabalhar bastante. Estou com a cabeça tranquila. O Victor Hugo (preparador de goleiros) conversa bastante com todos nós e só assim vamos melhorar nos jogos. Vou continuar entrando e campo e dando o meu máximo. Minha cabeça está toda voltada para o Fluminense.

Goleiro defende preparador


E Rafael não defendeu somente a si próprio. Informado sobre questionamentos sobre o trabalho de Victor Hugo, ele exerceu o papel de advogado do preparador de goleiros e pediu a palavra diante da imprensa espontaneamente.

- Quero aproveitar para falar do Victor Hugo. Se analisarmos, com ele o Fernando Henrique chegou à seleção brasileira sub-20 e até principal em 2002. Depois, quando ele voltou em 2007, também foi destaque no título da Copa do Brasil e no vice da Libertadores. Ano passado eu também me destaquei. Ninguém tem que crucificar ninguém. O Victor Hugo é um dos maiores treinadores que eu conheço.

Com três pontos em três jogos, o Fluminense é o 12º colocado no Campeonato Brasileiro.

Fonte: GloboEsporte

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